Oeiras em 2026: preços das casas, zonas mais valorizadas e a força de um mercado imobiliário muito especifico

O que há de tão especial em Oeiras para continuar a atrair portugueses e estrangeiros no momento de comprar casa? Este concelho continua a destacar-se no mercado residencial da Grande Lisboa, com preços de venda e arrendamento em trajetória de subida e uma procura sustentada pela qualidade de vida, localização e tecido empresarial local.

A leitura do mercado imobiliário em Oeiras exige uma atualização regular dos dados. Se em 2020 o concelho já dava sinais de resiliência, em 2026 apresenta uma posição ainda mais consolidada no contexto da Área Metropolitana de Lisboa (AML).

Em junho de 2026, o preço médio pedido para venda em Oeiras situava-se nos 4.689 €/m², enquanto o valor médio pedido no arrendamento atingia os 17,3 €/m²/mês.

O valor de venda subiu 9,6% em relação a junho de 2025, apesar de apresentar uma ligeira correção de 0,7% face ao máximo histórico de 4.720 €/m², alcançado em março de 2026. No arrendamento, junho de 2026 marcou um novo máximo da série, com uma valorização anual de 3,4%.

Comparando com junho de 2020, o preço de oferta na venda passou de 3.058 €/m² para 4.689 €/m², enquanto o arrendamento subiu de 11,4 €/m²/mês para 17,3 €/m²/mês. Em termos simples:

 

Em 6 anos, Oeiras registou uma subida aproximada de 53,3% nos preços pedidos para venda e de 51,8% no arrendamento, confirmando a capacidade do concelho para atrair procura qualificada e absorver novas dinâmicas residenciais.


Evolução da avaliação bancária da habitação em junho de 2026

A imagem anterior pertence à versão original deste artigo e retrata os dados de junho de 2020. Mantém-se como referência histórica para ajudar a perceber a dimensão da valorização entretanto ocorrida.

Nota: Importa distinguir preços pedidos ("asking price") de preços efetivamente transacionados. Os dados dos portais imobiliários refletem preços de imóveis anunciados, enquanto os dados do INE têm por base as transações realizadas. Por esse motivo, os dois indicadores complementam-se, mas não devem ser comparados como se medissem exatamente a mesma realidade.

Considerando os preços reais efetivamente transacionados, o INE também coloca Oeiras entre os mercados mais valorizados do país:

  • No 2.º trimestre de 2025, o preço mediano da habitação transacionada no concelho foi de 4.161 €/m²;
  • No 3.º trimestre de 2025, subiu para 4.361 €/m², ficando atrás apenas de Lisboa e Cascais entre os municípios mais valorizados da Grande Lisboa;
  • No 4.º trimestre de 2025, registou-se uma correção para 4.187 €/m². Ainda assim, Oeiras manteve-se como o 3º município mais caro da Grande Lisboa, depois de Lisboa, com 4.875 €/m², e Cascais, com 4.550 €/m².

A correção observada no 4.º trimestre de 2025, não invalida a tendência de valorização, mas mostra que o mercado nem sempre evolui em linha reta e que o preço, a localização e o estado de conservação continuam a ser determinantes no sucesso da venda. Apesar disso, o preço mediano transacionado em Oeiras situa-se 22% acima da mediana da Grande Lisboa (3.439 €/m²). 

No arrendamento, segundo o INE e no 1.º trimestre de 2026, o número de novos contratos celebrados em Oeiras aumentou 10,5% em termos homólogos, uma das maiores subidas entre os municípios portugueses com mais de 100 mil habitantes.

Dentro do concelho, a valorização não é homogénea. Numa análise mais detalhada, observamos que, em junho de 2026, a distribuição dos preços anunciados nos portais era a seguinte:

Freguesia Venda Arrendamento Variação anual na venda
Oeiras e São Julião da Barra, Paço de Arcos e Caxias 5.013 €/m² 18,0 €/m²/mês +11,1%
Algés, Linda-a-Velha, Cruz Quebrada e Dafundo 4.913 €/m² 17,5 €/m²/mês +7,8%
Carnaxide e Queijas 4.324 €/m² 14,7 €/m²/mês +13,2%
Porto Salvo 4.105 €/m² 16,6 €/m²/mês +13,1%
 

Para lá de Algés, Dafundo, Miraflores e Linda-a-Velha, as áreas de Oeiras, Paço de Arcos e Caxias continuam entre as mais valorizadas. Barcarena (3.507 €/m² no 4.º trimestre de 2025) ganhou, contudo, um peso próprio, sobretudo com o posicionamento premium do Oeiras Golf & Residence e do Bairro do Outeiro, em Leceia. Carnaxide e Queijas, bem como Porto Salvo, completam esta geografia com perfis de procura distintos, confirmando que o mercado habitacional de Oeiras está longe de ser uniforme.

Esta diferenciação ajuda a explicar por que razão faz cada vez menos sentido falar de Oeiras como um mercado único. O concelho funciona hoje como um conjunto de micromercados, nos quais a proximidade do mar, dos parques empresariais, das escolas internacionais, dos acessos rodoviários e ferroviários, assim como a idade e qualidade da construção, podem produzir diferenças consideráveis de preço.

É igualmente importante não confundir a valorização média de uma zona com a avaliação concreta de um imóvel. Dois apartamentos localizados na mesma rua podem apresentar diferenças relevantes em função do piso, exposição solar, vista, estacionamento, áreas exteriores, qualidade da renovação, eficiência energética e estado do edifício.

O que é que Oeiras tem de especial?

Oeiras percorreu um caminho de mais de 3 décadas de crescimento e investimento, cujos resultados são hoje visíveis na competitividade do concelho face aos territórios vizinhos. A aposta em zonas verdes e de lazer, parques empresariais, escolas, universidades, ciência e inovação atraiu e continua a atrair novos residentes.

Este desenvolvimento ocorreu com níveis de densidade e uma coerência urbanística que, apesar das diferenças entre freguesias e dos problemas de mobilidade ainda existentes, permitiram uma distribuição relativamente equilibrada da malha urbana. O crescimento não se concentrou apenas na vila de Oeiras, estendendo-se a Paço de Arcos, Caxias, Barcarena, Porto Salvo, Carnaxide, Queijas, Algés, Linda-a-Velha, Cruz Quebrada e Dafundo.

Radiografia rápida do concelho de Oeiras

População População de Oeiras

No final de 2025, Oeiras tinha 188.056 residentes, dos quais 99.436 eram mulheres, cerca de 52,9%, e 88.620 homens, cerca de 47,1%. Entre 2021 e 2025, o concelho ganhou 10.789 habitantes. Segundo a AIMA, residiam no concelho 27.649 cidadãos estrangeiros em 2024, o último ano com informação municipal consolidada. Oeiras encontra-se entre os concelhos portugueses com maior número de residentes estrangeiros, uma realidade que também se reflete na procura por habitação e por escolas internacionais.

O concelho representa 8% da população da Grande Lisboa. A sua estrutura demográfica não está imune ao envelhecimento, mas a chegada de população em idade ativa tem ajudado a sustentar o crescimento recente. O atual PDM contempla cenários demográficos superiores a 250 mil habitantes no longo prazo (uma estimativa territorial e não uma previsão garantida).

Rendimento Rendimentos e salários em Oeiras

O ganho médio mensal dos trabalhadores, por conta de outrem e a tempo inteiro, anda na ordem dos 1.900 € a 2.000 €, acima da média nacional. Segundo o INE (2023), Oeiras apresentou o rendimento líquido mediano por sujeito passivo mais elevado do país, com 15.862 € anuais, acima de Lisboa, Alcochete, Cascais e Coimbra.

O concelho permanece igualmente entre os concelhos com maior poder de compra. No estudo do INE (2023), Oeiras integrou, com Lisboa e Porto, o grupo dos 3 municípios com maior poder de compra per capita. Segundo a GfK (2025), Oeiras surgiu mesmo na 1.ª posição nacional. As metodologias não são iguais, mas ambas confirmam o elevado rendimento disponível e a forte capacidade de consumo da população.

Educação Escolas e faculdades em Oeiras

Oeiras está entre os concelhos mais qualificados do país. De acordo com os Censos 2021, 33,1% dos residentes tinham o ensino superior completo. No ano letivo de 2023/2024, estavam matriculados 26.989 alunos nos estabelecimentos do concelho, desde o ensino pré-escolar ao ensino pós-secundário não superior.

O município dispõe de uma rede de ensino superior e investigação que inclui a Faculdade de Motricidade Humana (Cruz Quebrada), o Instituto Superior Técnico (Taguspark), a Escola Superior Náutica Infante D. Henrique (Paço de Arcos), a Atlântica - Instituto Universitário, a Escola Superior de Saúde Atlântica (Barcarena) e o ITQB NOVA.

Possui ainda escolas internacionais de referência, como a Oeiras International School (OIS) e a International Sharing School Lisbon. A OIS prepara a abertura do novo Horizon Campus em setembro de 2026. Oeiras tem também várias escolas públicas bem posicionadas nos rankings da Grande Lisboa.

Saúde Hospitais, clínicas e farmácias em Oeiras

O concelho conta com dois hospitais de referência: o Hospital da Luz Oeiras e o Hospital de Santa Cruz. A rede de cuidados primários encontra-se organizada em oito polos territoriais e é complementada por clínicas privadas, postos de enfermagem municipais e mais de quatro dezenas de farmácias.

Empresas Centros empresariais e de negócios em Oeiras

Oeiras possui quatro parques empresariais de referência: Taguspark, Lagoas Park, Quinta da Fonte e Arquiparque. Em 2024 existiam 29.402 empresas, incluindo 132 grandes empresas, tornando o concelho num dos principais polos tecnológicos e empresariais do país.

Ciência e Investigação Ciência e investigação em Oeiras

Destacam-se o ITQB NOVA, iBET, GIMM-Oeiras e INIAV. Em 2026 o Taguspark passou também a acolher a incubadora ESA BIC Tagus+, ligada à Agência Espacial Europeia, reforçando a aposta do concelho na inovação e na economia do espaço.

Praias e Lazer Praias de Oeiras

Oeiras dispõe das praias de Santo Amaro, Torre, Paço de Arcos e Caxias. Em 2026, Santo Amaro e Torre renovaram a Bandeira Azul. A Marina de Oeiras e o Clube Desportivo de Paço de Arcos complementam a oferta náutica e desportiva.

A localização privilegiada de Oeiras, entre Lisboa, Sintra e Cascais, continua a ser um dos seus principais trunfos. Os acessos pela A5, CREL, IC19, Avenida Marginal e linha ferroviária de Cascais facilitam as deslocações, embora o congestionamento nas horas de ponta continue a ser um dos principais desafios do concelho. A viagem até ao Aeroporto Humberto Delgado pode demorar cerca de 25 minutos em condições de trânsito favoráveis.

Oeiras, um concelho "Family Friendly"

Viver com qualidade é uma das principais motivações de quem compra casa em Oeiras. O clima ameno, a proximidade do mar, os parques e zonas verdes distribuídos pelo território, as escolas públicas e privadas, a segurança e os equipamentos desportivos e culturais ajudam a explicar por que razão tantas famílias escolhem o concelho para viver.

As razões são muitas:

  • Lazer: o Passeio Marítimo de Oeiras, a Fábrica da Pólvora de Barcarena, com cerca de 40 hectares, museu, atividades culturais, restauração, jardins e parque urbano, e os numerosos espaços de jogo e recreio para crianças e famílias distribuídos pelo concelho;
  • Jardins: para além do Parque dos Poetas, com cerca de 22,5 hectares entre Oeiras e Paço de Arcos, o concelho dispõe de mais de 2 dezenas de jardins, parques urbanos e espaços verdes de proximidade;
  • Equipamentos desportivos: o Oeiras Green Valley - Academia Municipal de Golfe, inaugurado em 2026, o Complexo de Piscinas do Jamor, a Piscina Oceânica, as instalações do Sport Algés e Dafundo e as piscinas municipais de Barcarena, Linda-a-Velha e Outurela/Portela;
  • Equitação: a Academia e Centro Equestre João Cardiga, junto ao Oeiras Golf & Residence;
  • Ténis e padel: o Clube de Ténis do Jamor, o Clube Escola de Ténis de Oeiras e outros equipamentos públicos e privados;
  • Futebol e futsal: o Estádio Nacional do Jamor, a Cidade do Futebol, o Estádio Municipal Mário Wilson e o Pavilhão dos Leões de Porto Salvo;
  • Vela, canoagem e atividades náuticas: o Clube Desportivo de Paço de Arcos, a Associação Marítima e Recreativa de Oeiras, o Sport Algés e Dafundo e outras associações instaladas junto à frente ribeirinha;
  • Escolas internacionais: a Oeiras International School, a International Sharing School Lisbon e, nos concelhos vizinhos, a St. Julian's School e a St. Dominic's International School. O projeto da Academia Aga Khan continua associado a Oeiras, mas permanece dependente de procedimentos urbanísticos e ambientais, não existindo ainda uma data pública confirmada para a abertura;
  • Cultura: Auditório Municipal Eunice Muñoz, Teatro Independente de Oeiras, Teatro Municipal Amélia Rey Colaço, Auditório Pátio do Enxugo, Auditório Municipal Ruy de Carvalho, Auditório Lourdes Norberto e outros espaços culturais e associativos;
  • Património: Palácio do Marquês de Pombal, Palácio dos Aciprestes, Quinta Real de Caxias, Museu da Fábrica da Pólvora, Igreja Matriz de Oeiras, Convento da Cartuxa, Povoado Pré-Histórico de Leceia, Palácio Anjos, Aquário Vasco da Gama e um vasto conjunto de quintas, jardins e fortificações;
  • Segurança: Portugal ocupa o 7.º lugar no Global Peace Index de 2026, mantendo-se entre os países mais pacíficos do mundo. O índice mede a paz e a segurança através de indicadores relacionados com conflitos, segurança social e militarização.

Oeiras tem futuro?

Oeiras é um dos concelhos da periferia de Lisboa com maior potencial de crescimento. Esse potencial resulta da localização, dos rendimentos da população, da concentração de emprego qualificado, da presença de instituições científicas e da capacidade de atrair investimento residencial, empresarial e educativo.

Entre os fatores que poderão marcar os próximos anos destacam-se:

  • A aposta, reforçada através da marca Oeiras Valley, na atração de empresas de base científica e tecnológica. O concelho procura tirar partido dos parques empresariais existentes e das áreas ainda disponíveis para expansão.
    A segunda fase do Taguspark permanece associada a procedimentos de planeamento e avaliação ambiental. Em Porto Salvo, o Município determinou em 2026 o reinício do procedimento de elaboração do Plano de Pormenor Ocidental de Porto Salvo - Fase II.
    O Taguspark tem recebido ou preparado novas instalações e sedes empresariais, incluindo projetos ligados à LG Electronics, PHC e Miniclip, aos quais se junta agora a ESA BIC Tagus+, orientada para o empreendedorismo e para a economia ligada a projetos espaciais.

  • A oferta de escolas internacionais continua a crescer. A Oeiras International School prepara a abertura do novo Horizon Campus, em Barcarena, em setembro de 2026, destinado aos alunos mais velhos e à preparação para o ensino universitário.
    A Academia Aga Khan foi projetada para terrenos de Porto Salvo, numa área próxima do Taguspark e da A5. O projeto recebeu reconhecimento de interesse público municipal, mas está condicionado pela classificação dos solos e por procedimentos ambientais e urbanísticos.
    A aposta na requalificação das zonas históricas através da recuperação de património municipal e nacional em locais como a Quinta Real de Caxias, Casa da Pesca, Convento da Cartuxa, Estação Agronómica Nacional e Palácio Restani.

  • Estão igualmente previstas ou em execução intervenções no espaço público de Queluz de Baixo, Algés, Linda-a-Velha, Caxias, Porto Salvo e outras localidades, através da requalificação de praças, jardins, equipamentos, vias pedonais e novas zonas de lazer.
    A mobilidade e os transportes continuam entre as principais preocupações dos habitantes. Apesar de estar a aumentar a utilização de transportes coletivos, o automóvel ainda representa aproximadamente 45% das deslocações.

  • A expansão da rede ciclável, os serviços da Carris Metropolitana, os projetos Bike Bus e Pedi Bus, os corredores dedicados ao transporte público e as soluções de mobilidade partilhada fazem parte da resposta municipal.
    Em julho de 2026 entrou em funcionamento uma nova ligação fluvial entre Pedrouços e Algés, resultante da colaboração entre a Transtejo Soflusa, os municípios de Lisboa e Oeiras e a Administração do Porto de Lisboa.
    Entre os projetos estruturantes em estudo ou desenvolvimento encontram-se o corredor dedicado Algés-Portela, a Linha Intermodal Ocidental Sustentável e a eventual recuperação e expansão do sistema SATUO.

Do ponto de vista imobiliário estão previstos novos projetos, alguns em fase avançada, outros ainda em planeamento, licenciamento ou discussão pública. A sua concretização poderá trazer novas dinâmicas residenciais, empresariais, turísticas e de lazer:

  • Requalificação da zona ribeirinha entre Pedrouços, Lisboa, e a Cruz Quebrada: o projeto Porto Cruz pretende recuperar e urbanizar os antigos terrenos industriais situados junto à foz do rio Jamor. O procedimento de consulta pública da operação de loteamento foi retomado em fevereiro de 2025, depois de ultrapassada uma providência cautelar.

  • Oeiras Tech City: um dos maiores projetos imobiliários previstos para o concelho, localizado junto ao Oeiras Golf e próximo do Taguspark, em Barcarena. O programa prevê até 1.047 habitações, espaços comerciais, serviços e outras utilizações complementares. Um investimento estimado em cerca de 400 milhões de euros. Atualmente em fase de infraestruturação. 

  • Espargal, Moinho das Antas e Antas Sul: estão previstos vários empreendimentos imobiliários e operações urbanísticas nestas zonas. Em 2026, o Município avançou com os termos de referência e com o modelo de ocupação urbana da Unidade de Execução do Moinho das Antas, incluindo a abertura de um período de participação pública. Os restantes projetos encontram-se em diferentes fases de estudo, planeamento ou discussão.

Para quem pretende comprar, vender ou investir, a principal conclusão é simples: Oeiras continua a ser um dos mercados imobiliários mais sólidos e valorizados da Grande Lisboa, mas é também um mercado muito segmentado. A freguesia, a urbanização, a qualidade da construção e o posicionamento correto do preço podem fazer uma diferença decisiva no resultado final.
 

Fontes e datas de referência: preços pedidos de venda e arrendamento, idealista/data, junho de 2026; preços de transação, Instituto Nacional de Estatística, até ao 4.º trimestre de 2025; estatísticas de novos contratos de arrendamento, INE, 1.º trimestre de 2026; população, Pordata/INE, 2025; população estrangeira, AIMA, 2024; empresas e educação, Pordata/INE, 2024; rendimento municipal, INE, 2023; equipamentos, praias, mobilidade e projetos, Município de Oeiras; segurança internacional, Global Peace Index 2026.

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